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  • Ipê Amarelo Ateliê

Psicossomática: o sentido do adoecer



O sintoma se apresenta como algo disposto a violar nossa consciência, nos convocando para a (auto)reflexão, elaboração e possivelmente, transformação.


Pode atuar como um guia para nossa verdadeira jornada de autoconhecimento, aprofundamento emocional e existencial, atualizando nossa forma de se relacionar com o mundo, com a vida, com as pessoas e com nós mesmos, com nosso corpo e alma. O sintoma questiona nossas maiores convicções.

Para isso precisamos lhe dar voz e não silenciá-lo a qualquer custo, é um investimento pessoal que demanda conversa, amparo, acolhimento, autocuidado e normalmente, desconstrução.

Quando é possível viver essa jornada, nos deparamos com uma forma de viver a vida mais conectada com uma saúde integral, com uma história em que possamos ser nós mesmos com mais sinceridade e transparência. Sermos mais nós e menos o que esperam (ou esperamos) de nós.